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Diário de quem já não vai para novo

...e sem paciência para seguir o rebanho.

Diário de quem já não vai para novo

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04.12.25

Todos iguais? Só nas letras pequeninas


a. almeida

Os problemas ou dificuldades dos portugueses, nos acessos aos serviços de saúde do SNS, é não serem figuras importantes, nem políticos, nem deputados nem presidentes da República. Fossem e nada lhes faltaria, a tempo e a horas e com os miminhos que toda a Comunicação Social lhes devota, como figuras gradas. Ainda com tempo de antena, opiniões de gente comum e especialistas em tudo quanto seja área médica, seja em hérnias, ossos partidos, narizes entupidos, furúnculos, gases, nós nas tripas, etc.

Não sei se a figura pública que ocupa sem pagar renda o palácio de Belém, teve que recorrer ao Saúde 24, se foi logo atendida, se foi sujeita às esperas, pulseira de cor, enfim, aos mesmos procedimentos que são dados a qualquer utente do SNS. A ministra, disse que sim, mas, cá para nós, todos achamos que foi diferente, muito diferente. Creio, até, que não teve de mijar para a botija mas antes direito a casa de banho privada. É apenas um pressentimento.

Fosse eu presidente da República, o exame para um problema importante, que aguardo há um ano, e que já foi marcado e desmarcado por 3 vezes, certamente seria dado como urgente e logo despachado. Mas remeto-me à minha insignificância de Zé Ninguém.

Em resumo, somos todos iguais, mas só nas letras pequeninas da constituição. Não que o saibamos, mas não nos façam de lorpas quando nos dizem que sim, que somos.

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