22.12.25
Serra da Freita
a. almeida

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22.12.25
a. almeida

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23.11.25
a. almeida

11.11.25
a. almeida


No meu quintal tenho um castanheiro, enxertado com uma raça proveniente da zona de Celorico da Beira. No seu desígnio, sendo que a árvore ainda é nova, no terceiro ano a produção foi muito generosa com exemplares grandes, brilhantes e doces. Por conseguinte, se o castanheiro é meu, as castanhas são minhas e mais logo, porque dia de S. Martinho, bem assadas no calor das brasas, terão um sabor acrescido e o proveito também será meu. É assim, quem nada cultiva nada tem.
22.08.25
a. almeida

Parque Biológico de Vinhais
17.07.25
a. almeida

Pelas redes sociais, uma das várias discussões à volta dos passadiços, no caso da Barrinha / Paramos (Esmoriz-Espinho).
Muito concorridas e acérrimas as discussões, porque em cada um de nós há um crítico, um fiscal, um engenheiro, um arquitecto, um presidente da Junta, da Câmara e até ministro. Todos temos opinião, todos temos razão. Ainda bem!
Quanto ao cerne da questão, dos passadiços, todos percebemos a sua utilidade, nomeadamente a do lazer e a possibilidade de um contacto com a natureza, acedendo a locais que de outra forma seria dfícil, perigoso e até impossível.
Por outro lado, bem à portuguesa, depressa fomos do 8 e ao 80 e nascem agora, passadiços, baloiços e miradouros, como cogumelos em terra húmida, por todo o lado, seja na borda de um rio ou ribeira ou para aceder a uma cascata por mais insignificante que seja.
Tudo bom, mas no meio de tanta coisa, alguns não deixam de ser atentados à natureza pelo impacto que causam, não apenas por si próprios, mas também, sobretudo, porque ainda há muita escassez de civismo e de bom comportamento por parte de quem os utilizam.
Para além de tudo, e é este o caso da publicação de que retirei a imagem, os passadiços são interessantes quando são novos. Mas expostos ao tempo, calor, chuva, humidade, depresssa passam a carecer de manutenção e aí é que a porca torce o rabo, porque uma manutenção regular não fica mais barata que a sua instalação inicial. Assim, um pouco por todo o lado, são mais que muitos os passadiços com sinais de degradação, transformando-se, nalguns pontos, verdadeiras armadilhas e ratoeiras à espera de acidentes.
Infelizmente, seja à beira-mar, seja no monte ou montanha, em breve teremos uma rede de passadiços impróprios para utilização, a serem encerrados ou deixados à degradação total.
Um pouco por todo o lado, sobretudo no distrito de Aveiro, Porto e Viseu, tenho percorrido centenas de percursos pedestres, muitos deles com elementos do tipo passadiços, em lastimável estado de conservação e mesmo impróprios para utilização. Também os próprios percursos, de um modo geral, sem limpeza e manutenção da sinalização. Tantas vezes reporto as situações às Câmara Municipais, enquanto suas promotoras, mas a regra é não obter resposta. É o que é!
Ainda no ano passado, visitando uns passadiços numa interessante carreira de moinhos, na aldeia de Souto Bom - Tondela, inicialmente inaugurados com pompa e circunstância, estavam, passados poucos meses, totalmente invadidos por silvados. Talvez por falta de visitantes, passada a novidade, mas sobretudo por desmazelo das entidades responsáveis pela sua instalação e manutenção. Um exemplo entre centenas, e bem à portuguesa.
09.03.25
a. almeida


Num tempo em que os políticos andam entretidos a assacar responsabilidades, uns aos outros, pela instabilidade que se avizinha e consequentes eleições antecipadas, e com isso mais umas dezenas de milhões para estourar, nada como uma salada de agriões acabados de colher no charco caseiro. Daqui a duas horas vão acompanhar com um delicioso frango de churrasco.
Podem bem dizer que uma coisa nada tem a ver com a outra mas, pensando bem, tem, pois a situação política tem tudo menos racionalidade e por isso assemelha-se a uma salada, só que, no caso, intragável.
17.12.24
a. almeida

São frias as manhãs dos meus dias,
Num aconchego de névoas densas,
Numa melancolia enevoada.
São frias as manhãs do meu acordar,
No pressentimento do teu corpo ausente.
Mas virás, então, como um sol,
Numa dança contente, a rodar,
Ou como um caudaloso rio
A desaguar, pleno, no seu mar.