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Diário de quem já não vai para novo

...porque as palavras são a voz da alma.

Diário de quem já não vai para novo

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15.05.24

Expectativas paupérrimas


a. almeida

Percebi, e quem quis, que na SIC Notícias um importante critério ou factor para classificar os debates é "as expectativas". Mesmo que estes, os debates, televisivos ou radiofónicos, como ficou demonstrado aquando da campanha para as últimas legislativas, pouco ou nada decidam na orientação de voto, e porque se assim fosse o André Ventura e o Chegam elegiam menos que o PCP, a verdade é que as televisões continuam a dar-lhes vital importância. Isso e "Domingões". Adiante!

Neste contexto de "expectativas", teve o candidato cabeça-de-lista pelo LIVRE ao Parlamento Europeu, Francisco Paupério, boas classificações por Baldaia e companhia. Já o Bugalho, podia ter sido melhor pontuado pelos ex-colegas da coisa se "tivesse sido ele próprio". Não alinho, de todo, nestas classificações, muito menos por critérios que em rigor pouco valem. Ainda virá o tempo em que os candidatos serão apreciados pelo que vestem ou pelo corte de cabelo. Por mim, a expectativa para com candidatos, bem como para com os jornalistas, é quase sempre baixa, paupérrima mesmo, e nem o Paupério fez mais que os mínimos exigidos a quem quer ir de férias para Bruxelas ou Estrasburgo. Ainda por cima, da nossa esquerda, pouco ou nada defensora da União Europeia. Tal como alguns, e algumas, casam não porque deles ou delas gostem, mas porque uns e umas têm carteira e assim outros e outras lhes sacam umas massas.

Políticos e jornalistas, que belo casamento de interesses.

10.05.24

Suplemento Maria


a. almeida

Então é mais ou menos assim: O sindicato dos funcionários judiciais exigem ao Governo um suplemento para tratarem de recuperar o trabalho que não fizeram, porque andaram entretidos em greves para reclamar o aumento do suplemento. Ora não estou a ver como é que essa recuperação possa ser feita senão no horário de trabalho, pelo que não se percebe a ideia da exigência do suplemento. Havendo, pois, trabalho, e muito, para recuperar, por via de não ter sido feito como devia, fazem nova greve para exigir novo aumento do dito suplemento. Concordo com quem considera que isto não andará longe da extorsão pura e dura.
Isto é a gozar com quem trabalha, não é?
Por mim bem que gostaria de ter esse emprego, mesmo sem o suplemento do suplemento. Esta gente não quererá ir para as obras, para pedreiros e trolhas? É que lhes arranjo trabalho. Queiram eles trabalhar. É de justiça!

09.05.24

Paga lá o IMI e não digas que vais daqui

Ou como viver sem nada fazer


a. almeida

Há coisas que mais que coincidências parecem premonitórias: Próximo da minha habitação, existe um edifício de habitação social, coisa de uma vintena de fogos. Escusado será dizer que é tudo menos um exemplo de boa vivência e cordialidade. Pelas vezes que para ali são chamados a GNR ou os Bombeiros, para acudir a diversas situações de conflitos, roubos, discussões, agressões, mais valia que lá fizessem um posto e um quartel permanentes.

Ainda hoje, andando no meu quintal fronteiriço, entretido a estacar feijões, ouvi berros e ameças de um filho a chamar a mãe de filha da outra e a elencar uma lista de animais a começar pela vaca, e outros impropérios à altura dos mais apurados deliquentes. E pelo barulho, estaria a partir tudo o que fosse de espatifar. Mas estes deliquentes que até vão à presença do juiz, como tem sido o caso, são libertados a troco de umas horas de trabalhos comunitários que em em rigor nunca cumprem. Gozo puro e duro a que a autoridade e estâncias sociais do município já não têm mão ou assobiam para o lado onde não chove. E assim vamos andando nesta república de bananas, neste faz de conta de boa justiça, campo vasto tão defendido por certas esquerdas.

Ora esta gente, entre alguns, poucos, bons, integrados, honestos e pacatos, de uma quase vintena de alojamentos pagarão na sua maioria uns tostões de renda, coisa simbólica e não há água nem electricidade cortada, mesmo que não pagas as mensalidades. Pelo meio recebem sacos e cabazes de mercearia e têm taxas sociais de tudo e mais alguma coisa. Mas é vê-los a acartar garrafões de vinho da mercearia ao lado, a fumar como desalmados, de bons telemóveis, etc, etc. Assim é que é viver. Trabalhar é que não. Afinal o Estado é bom e generoso e quem trabalha há-de sempre subsidiar quem não.

Ora, cá está a tal coincidência, quando chego a casa tenho uma cartinha da diligente Autoridade Tributária a reclamar neste mês de Maio o costumeiro imposto semestral do IMI, qualquer coisa como duzentos euros e picos, no que resulta em quase quinhentos euros anuais. Feitas as contas, corresponde a muito mais do que o valor da renda anual paga por essa gente, muitos deles verdadeiros oportunistas, parasitas. Mas eu, que trabalho, que pago os impostos, prestação do crédito de habitação ao Banco, etc, etc, tenho ainda que pagar IMI, a renda da minha própria casa que edifiquei num terreno que comprei, fruto do meu trabalho e suor, paga com todos os impostos de IVA, de taxas de urbanização, licenças camarárias, etc, etc.

Surpreende, por tudo isto, por esta desfaçatez, por esta desproporcionalidade, por este permanente far niente ,que alguém se revolte e encontre num qualquer CHEGA o porto da sua indignação? Quem souber que responda!

06.05.24

Como no teatro


a. almeida

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Pedro Nuno Santos, do Partido Socialista,  parece-me ser igual a muitos que conheço, que conhecemos, pretendendo que lhe seja dada razão só por ter um registo de discurso em tom agressivo e com uns valentes decibéis acima da escala e lançar umas atoardas do género de não ter memória de um Governo ter começado tão mal em funções como o este da AD. Terá memória curta ou selectiva, é o que é.

Em todo o caso, é disto o que a casa gasta e esperar algo em contrário é que seria contra-natura. Por conseguinte, até que sejam marcadas novas eleições, o que não deve tardar, será este o registo, mesmo que agora, numa Cheringonça, a aprovar medidas que em oito anos ficaram por fazer, como o caso das SCUT. E virão outras. É preciso alguma lata e PNS têm-na.

De facto os nossos partidos do arco da governação são bipolares, com uma cara na oposição e outra no governo, como no teatro, ora comédia, ora drama. O problema desta ambiguidade, que nem chega a ser porque uma boa parte do eleitorado, o não clubista, vai-se apercebendo destas representações,  talvez por isso é que sem outras referências mais equilibradas desiquilibra-se para forças como o CHEGA. 

Assim sendo, a não ser que ocorra um cataclismo, em que a política e os políticos são prodigiosos, daqui a nada teremos o Ventura e companhia com mais companhia, mais eleitores, mais votos, mais deputados, mais força parlamentar. Vão, pois, PNS e os demais, em "bom" caminho.

29.04.24

Quando se palra demais...


a. almeida

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É sabido que a figura que temos como presidente da República não é propriamente dada a contenções verbais. Ora de tanto falar e palrar, não raras vezes Marcelo Rebelo de Sousa comete umas valentes calinadas. A última, a tal questão de considerar que Portugal deve pagar reparações financeiras aos países que foram suas ex-colónias.

Não vou tão longe a ponto de concordar com o CHEGA, que considerou a ideia como uma traição aos portugueses, mas subscrevo todos os que consideram isso um disparate, porque a tentar reverter o curso da história, sabendo que esta, para o bem e para o mal não pode ser revertida. De resto seria abrir uma caixa de pandora que não teria fim e nesses pressupostos todas as nações em algum momento foram invadidas, espoliadas e saqueadas. Onde é que isso nos levaria?  Teríamos que devolver o condado portucalense ao reino de Leão? Quem pagaria pelas invasões romanas e bárbaras? Como reclamar os desmansos das invasões napoleónicas? Terá Espanha que devolver Olivença? Quem pagará aos retornados do ultramar tudo quanto deixaram para trás? Quem terá que pagar a quem?

De tão estúpida a ideia não merece sequer discussão. Lamenta-se que a principal figura do Estado se coloque nesta triste posição, como um mero papagaio a palrar.

Pedir desculpa, admito, mesmo que em rigor todos quantos são portugueses contemporâneos já não tenham responsabilidades pelos actos dos seus antepassados. Procurar manter relações de respeito e interesse mútos, concerteza, se assim o desejarem. O resto é agenda woke e o presidente está a alinhar nela, a saír melhor que a encomenda.

Não havia necessidade!

24.04.24

Comments, no comments


a. almeida

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Algumas considerações sobre a importância dos comentários nos blogs:

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Estímulo à participação: Para encorajar mais comentários, o autor pode fazer perguntas aos leitores no final do artigo, pedir feedback específico ou até mesmo destacar comentários interessantes em futuros posts.

Em resumo, tudo lugares comuns, coisas muito certinhas e politicamente correctas. Mas como em tudo, há o reverso, ou, se quisermos, vários reversos da moeda: Há autores que gostam de receber comentários mas evitam fazê-los. Há os que com sentido de tolerância aceitam tudo, mesmo que críticos e contrários; Há os que apenas aceitam o que lhes agrada, reprovando os que traduzem o contraditório, mesmo que feitos de forma sustentada e correcta; Há, em suma, de tudo um pouco e o contrário.

Pessoalmente, não sendo dos que mais comentam, tenho comentado e sempre procuro fazê-lo de modo adequado, e de resto tudo o que tenho deixado como recado ou opinião, tem sido aprovado na moderação pelos autores e não raras vezes com simpática retribuição. Todavia, se há posts que me levam a querer comentar, mas que prevejo que será chover no molhado e malhar em ferro frio, pela ortodoxia dos autores e dos artigos, prefiro passar ao lado. Afinal é velho o ditado de que "lavar a cabeça a burros é uma perda de tempo e gasta-se sabão". Além do mais, aprendi numa leitura de um livro da minha escola primária, que travando-se de razões e em luta um moleiro e um mineiro, ficaram, naturalmente, ambos acinzentados. Face a isto, é pura perda de tempo.

Apesar de tudo isto, por estes dias deixei um comentário num blog onde alguém dissecava o livro de Passos Coelho e sobre o conceito nele de "família tradicional". Porque depois desse meu comentário já vi vários outros aprovados, deduzo que o meu tenha sido censurado ou posto em banho-maria a aguardar uma melhor disgestão. E isto surpreende, ou talvez não, vindo de alguém que supostamente defende os tais valores à frentex, abrileiros, muito na onda woke.

Normalmente quando os meus comentários são longos e que por si só dariam um post, costumo guardar o texto. Com pena, não foi o caso porque o reproduziria aqui com todas as letras. Ora como não pretendo nem gosto de refazer o que feito foi, fica sem efeito. Mas registo essa particularidade sobre a autora desse blog que escuso de publicitar. Naturalmente que perdeu o cliente mas haverá sempre quem por lá vá dizer que sim, que sim, que sim.

Vem , pois, este censura, a talho de foice, de que anda por aí muita boa gente a blogar, que apesar de defender os tão propalados valores de Abril, e com a liberdade na boca a toda a hora, tanto mais que amanhã se celebra o meio século sobre a data, na realidade são eles, ou elas,  não mais que uns ditadorzinhos birrentos que não lidam com a opinião contrária, o contraditório. Nada que surpreenda, antes pelo contrário.

17.04.24

A normal anormalidade


a. almeida

É no mínimo curioso observar como a perspectiva da sociedade evolui ao longo do tempo, redefinindo o que é considerado adequado, normal e politicamente correto. Essa mudança reflecte o progresso e a transformação dos valores sociais, no que poderá ser entendido como uma abertura para abraçar a diversidade e a inclusão, mas tantas vezes de forma desajustada ou distorcida.

Uma reflexão importante sobre esse fenômeno é que as noções de "normalidade" e "adequação" não são fixas nem imutáveis. Elas são construídas a partir das crenças, tradições e contextos sociais e culturais de uma determinada época. O que pode ter sido amplamente aceite e considerado como a norma num determinado período passado, pode ser agora questionado e desafiado à medida que a sociedade avança (ou recua).

A mudança de atitude em relação a certos aspectos da sociedade ocorre muitas vezes devido a um aumento da consciencialização e do conhecimento. À medida que as pessoas são expostas a diferentes perspectivas, experiências e narrativas, elas começam a questionar as suposições anteriormente estabelecidas. Os avanços na comunicação e na tecnologia têm desempenhado um papel fundamental nesse processo, permitindo que as vozes antes marginalizadas, discriminadas e sem tempo de antena, sejam agora ouvidas e consideradas.

No entanto, é importante reconhecer que nem todas as mudanças são universalmente aceites ou apoiadas por toda a sociedade. Sempre houve e haverá debates e divergências de opinião e isso faz parte do processo de crescimento e evolução social. É importante manter um diálogo aberto e respeitoso, no qual diferentes perspectivas possam ser ouvidas e consideradas, mas as mudanças da "anormalidade" para a "normalidade" têm ocorrido, quase sempre, com rupturas e antagonismos porque, essencialmente, processam-se numa transição, diria, desajustada. Na gíria, a normalidade corrente é passar do 8 para o 80. Gerações como a minha, têm, de facto, assistido a mudanças tão radicais em tão curto período que em muitas delas não há tempo para uma assimilação natural e evolutiva.

À medida que novas ideias e conceitos emergem e ganham aceitação, é essencial que a sociedade esteja disposta a adaptar-se e a aprender. Isso não significa abandonar completamente os valores e tradições passadas, mas sim repensar e reavaliar se eles são inclusivos e respeitosos para com todos os membros da sociedade, o que, diga-se, nem sempre acontece.

A História tem sido fonte de ensinamento de que a mudança é constante e inevitável. À medida que os tempos mudam, a nossa compreensão e percepção do que é considerado normal e politicamente correto também se transformam. Essa evolução contínua desafia-nos a reflectir sobre os nossos próprios preconceitos, a questionar suposições arraigadas e a procurar uma sociedade mais justa e igualitária para todos.

Apesar de todo este palavreado politicamente certinho, a verdade é que vamos correndo num tempo de normais anormalidades, ou o contrário.

Assim, como simples exemplos e sem ironias, é normal o político, o desportista, o doutor e o engenheiro declararem-se homossexuais, com pompa e circunstância; é normal o casamento entre eles e normal que queiram ter filhos, mesmo sendo uma impossibilidade biológica sem recurso de terceiros; é normal dois namorados passarem a viver juntos como casados, mesmo não sendo; é normal uma mãe ter filhos logo aos 12 anos e um pai ainda aos 70; é normal uma mulher somar abortos voluntários com a mesma indiferença com que vai ao cabeleireiro; é normal que a Europa queira fazer do aborto um direito fundamental; é normal um jovem casal divorciar-se ao fim de um mês de casamento, como normal é que em meia dúzia de anos some meia dúzia de separações; é normal o casal comprar terreno, edificar a sua habitação e ainda antes de acender a lareira já estarem em divórcio litigioso e a casa à venda pelo banco; é normal um executivo andar de saia e saltos altos, um rapaz de saia de cor-de-rosa e uma rapariga de fato e gravata azuis; é normal o bandido agredir o polícia, mesmo que na própria esquadra; é normal o polícia não poder usar da força com o bandido e este ser indemnizado se lhe fizerem uns arranhões.

É normal o aluno bater no professor como normal é que nada nem ninguém o criminalize por isso; é normal que a televisão nos dê programas de encher chouriços horas a fio e os seus funcionários se prestem a esses e outros fretes; é normal as televisões terem programas para adultos como se estes sejam criancinhas e para criancinhas como se estes sejam adultos; é normal um casal não ter rendimentos para tal mas não dispensar viagens de férias, carros eléctricos,  jantar e almoçar fora com regularidade.

É normal que as igrejas cada vez estejam mais vazias e os espaços de entretenimento mais cheios; é normal os filhos viverem à custa dos pais e fazerem da casa deles um hotel até aos 30 ou 40 anos; é normal que apesar desse sacrifício parental os filhos depositem os pais, já velhos, num qualquer canto; é normal um aluno que não estude a ponta de um corno e tenha tanto aproveitamento escolar como uma galinha e mesmo assim andar a arrastar-se nas escolas até aos 20 anos.

É normal que muita gente capaz recuse empregos e responsabilidades e prefira viver à custa do estado social, ou seja, à custa dos outros; é normal que as cuecas já não sejam feitas para tapar o cu mas para serem tapadas por ele; é normal que a promiscuidade e drogas sejam normalizadas; é normal derrubar estátuas, conspurcar obras de arte e alterar conteúdos de livros só porque se pensa que com isso se pode mudar a História e ferir susceptibilidades wokianas.

Enfim, tudo, mas tudo, é normal. Mesmo o que possa ainda ser catalogado como anormal, há políticos e políticas que encontram razão de ser em fazer com que isso passe a normalidade e quem não alinhar na mudança é catalogado como negacionista, racista, xenófabo, discriminador, sexista, etc, etc.

A coisa já não vai lá com paninhos quentes. Só mesmo um dilúvio atómico o que também, diga-se, com o rumo que as coisas levam, será mais que normal!

Será normal que a este texto caiam críticas, como normal será que para isso e para elas borrife abundantemente.

Viva a normal anormalidade!