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Diário de quem já não vai para novo

...porque as palavras são a voz da alma.

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10.06.24

Cada cavadela, cada minhoca


a. almeida

Os políticos, e sobretudo os nossos, não têm emenda. Antes delas e dos resultados, vão dizendo que estas eleições para o Parlamento Europeu não têm que ter extrapolações para o panorama parlamentar caseiro, porque personalizadas, porque num contexto especial de alta abstenção, porque sem o efeito do voto útil, mas logo que feito o escrutínio e do que possa ser vantagem, mesmo que poucochinha e muito relativa, não perdem tempo a cantar de galo. E perdendo, a relativizar, a fazer outras contas, de recuperações, de manutenções, de resiliência, de resistência, etc. Foi também assim com o BE,  CDU, LIVRE, etc. Tem sido sempre assim e foi ontem com o Pedro Nuno Santos face à vitória do PS, a respirar das recentes derrotas, já a proclamar-se como o dono do galinheiro.

Está-lhes no sangue. Faz parte do folclore. Não prescidem destas manifestações de poder na capoeira. Infelizmente, para a classe, cada vez vão perdendo o pouco crédito que têm. Cada cavadela, cada minhoca ou cada tiro, cada melro!

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