01.12.25
Rabiscos - 01122025
a. almeida

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01.12.25
a. almeida

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30.11.25
a. almeida
Com o habitual e tão característico ar de raiva, de rancor, saíu da liderança do BE a caceteira Mortágua. Agora sim, será uma beleza, mesmo uma pureza no estilo. Para revigorar e rejuvenescer o partido, nada como recorrer à velha guarda. É tiro e queda!
A Mariana sempre falou como se no Parlamento e na sociedade representasse pelo menos 20% dos eleitores. Mas em rigor fala em nome de uma sociedade que no geral não lhe tem dado crédito.
Talvez seja agora o tempo de descer à terra para voltar a crescer, mas sem essa visão desajustada. Mesmo no seu radicalismo, o Bloco faz falta ao nosso pobre panorama político, mas só terá a ganhar se, de facto, se ajustar à sua dimensão e importância, que, por equanto, é reduzida e pouca.
Quanto à Mariana, bem ao jeito de quem não faz outra coisa na vida, senão política, deverá ficar a andar por aí. Quem sabe, a vender lenços e xailes palestinianos. Ainda a veremos com banca montada pelas feiras de Espinho ou de Barcelos.
27.11.25
a. almeida
"A manhã estava cinzenta e a chuva já ameaçava cair. Na outra ponta da cidade, convidados da Web Summit preparavam-se para discutir as últimas inovações tecnológicas e promover Lisboa como a capital da inteligência artificial por uns dias. Mas na zona do antigo Casal Ventoso o ambiente é outro: miséria, desolação, abandono.
O PÁGINA UM visitou o local com o psiquiatra Luís Patrício, uma “autoridade” nacional em matéria de prevenção e tratamento da toxicodependência e que foi co-fundador do centro de desintoxicação das Taipas, o primeiro do género em Portugal. O que encontrámos, ao realizar esta reportagem, foi um centro comercial de drogas a céu aberto, num ecossistema onde consumidores e traficantes convivem lado a lado com bairros residenciais e famílias no seu dia-a-dia."
26.11.25
a. almeida

Enquanto há guerras de flores, uns a acrescentar e outros a retirar, pergunto-me o que aconteceria agora se a vendedora de cravos naquele Abril distante, andasse a vender tomates.
Enquanto isso, tentando acompanhar a novela dos debates, se chegado agora à Terra um qualquer marciano, ficaria com a ideia de que estamos em pré-campanha de eleições legislativas.
De facto, o ar começa a ficar turvo. Importa respirar.
25.11.25
a. almeida
Ausência do PCP na cerimónia do 25 de Novembro? Como diria o Asterix, óh pá, fazem tanta falta como uma viola num enterro.
Quanto à discussão sobre qual data tem mais importência, se o 25 de Abril se o 25 de Novembro, é chover no molhado. Ambas tiveram importância, cada uma no contexto próprio. É como discutir o sexo dos anjos ou se é mais importante para a vida a água ou o ar.
Ambas devem ser celebradas. Se uma nos devolveu a liberdade e a mudança de regime, a outra cimentou-a e livrou-nos de uma nova ditadura, dessa feita, pendida à extrema esquerda.
24.11.25
a. almeida

23.11.25
a. almeida
